O ex-piloto de Fórmula 1, Heinz-Harald Frentzen, tranquilizou os fãs nesta segunda-feira (18), ao publicar uma atualização diretamente do hospital após passar por uma cirurgia nas costas na Alemanha. O alemão apareceu em uma foto deitado na cama hospitalar usando colar cervical e fazendo sinal positivo com a mão.
A publicação foi feita no dia em que Frentzen completou 59 anos. O ex-piloto aproveitou a data para revelar que passou recentemente pelo procedimento em sua cidade natal, Mönchengladbach, e tratou a situação com bom humor ao afirmar que ganhou um ‘novo disco’ como presente de aniversário.
“Feliz aniversário para mim!”, escreveu o ex-piloto nas redes sociais. “Acordei após a cirurgia nas costas com centenas de mensagens de aniversário, muito obrigado! Ganhei um disco novinho como presente neste ano. Estou me sentindo muito abençoado. Saudações de Mönchengladbach”.
Frentzen disputou 156 GPs na Fórmula 1 entre 1994 e 2003. Durante sua trajetória na categoria, defendeu equipes como Sauber, Williams, Jordan, Prost e Arrows. O melhor momento de sua carreira aconteceu em 1997, quando terminou o campeonato na segunda posição, atrás apenas de Jacques Villeneuve, então seu companheiro de equipe na Williams.
Mesmo mais de duas décadas após deixar a Fórmula 1, Frentzen segue acompanhando de perto os acontecimentos da categoria e frequentemente comenta temas atuais nas redes sociais. Recentemente, ele opinou sobre as declarações de Max Verstappen, que demonstrou insatisfação com o regulamento de 2026.
Na ocasião, o alemão afirmou que um piloto holandês deve considerar parar caso perca a motivação: “Se você perde a motivação na F1, é melhor sair ou pelo menos fazer uma pausa. Foi o que eu fiz. O esporte é perigoso demais quando você perde o foco”, afirmou.
Frentzen também comentou as discussões sobre possíveis mudanças no equilíbrio entre motores a combustão e energia elétrica na Fórmula 1 a partir de 2027. Segundo ele, reduzir velocidade nas retas apenas para recarregar baterias, não faz sentido em termos de eficiência. O ex-piloto defendeu que a recarga ocorra durante frenagens normais ou aproveitando o vácuo de outros carros, permitindo carros mais leves e uso mais eficiente do combustível durante as corridas.
