F1: Ex-apresentador de TV afirma que Verstappen é uma pessoa simples e relaxada

Max Verstappen recebeu elogios entusiásticos de Chris Harris, ex-apresentador do Top Gear, que defendeu o caráter do piloto da Red Bull Racing, após filmar com ele em um vídeo para a Ford Performance. Harris, conhecido por sua postura direta, afirmou que se Verstappen fosse um ‘babaca’, ele não hesitaria em dizer.

Durante a gravação do vídeo, onde ambos pilotaram o novo Ford Mustang GTD, Harris teve a oportunidade de passar mais tempo com o tetracampeão de Fórmula 1, que possui uma reputação mista na Inglaterra, em grande parte devido à intensa batalha pelo título em 2021 contra Lewis Hamilton. O piloto holandês também já foi vaiado em algumas corridas no país, mas Harris teve a chance de mostrar um lado diferente de Verstappen, longe das rivalidades na pista.

Em seu podcast, ‘Chris Harris on Cars’, Harris afirmou: “A coisa que você precisa saber sobre Max Verstappen é que a maioria das pessoas no Reino Unido o entendeu errado, e é por isso que eu estou orgulhoso do filme que fizemos”. Harris destacou que, ao invés de fazer um trabalho cínico, o objetivo foi mostrar quem Verstappen realmente é: “Ele é um cara muito simples, que nasceu com um conjunto de habilidades para pilotar um carro de corrida de uma forma que nenhum de nós realmente consegue entender”.

F1: Ex-apresentador de TV afirma que Verstappen é uma pessoa simples e relaxada
Foto: Red Bull Content Pool

O ex-apresentador também falou sobre como Verstappen lida com seu talento e a forma descontraída com que se comportou durante a filmagem: “Ele escolhe não revelar completamente como faz o que faz, mas isso faz parte da diversão do filme. Ele estava super relaxado e foi um prazer trabalhar com ele. E se ele fosse um babaca, eu diria, mas ele não é”, concluiu Harris.

Para o público britânico, que muitas vezes tem uma visão distorcida de Verstappen, essa experiência trouxe à tona um lado mais humano do piloto, que continua sendo uma figura polarizadora fora das pistas, mas que Harris descreveu como ‘alguém como nós’.