Bernie Ecclestone, ex-proprietário e CEO da Fórmula 1, não se convenceu da versão oficial da Audi sobre a saída de Jonathan Wheatley da equipe suíça. Wheatley deixou o cargo com efeito imediato, e a Audi justificou a decisão alegando ‘razões pessoais’ do agora ex-chefe da equipe.
Para Ecclestone, essa explicação não se sustenta: “Isso na verdade é impossível”, disse ele ao jornal Blick. “Só faria sentido se ele não gostasse de estar na Suíça e quisesse voltar para a Inglaterra”, concluiu.

Mesmo antes do anúncio da saída de Wheatley da Audi, já circulavam fortes rumores que ele pode ser contratado pela Aston Martin, possivelmente assumindo a função de chefe da equipe, enquanto Adrian Newey deve se concentrar nos aspectos técnicos do projeto de F1 do time britânico, mas ainda continuando como diretor.
A contratação de Wheatley poderia ainda refletir planos de Lawrence Stroll, proprietário da Aston Martin, de reorganizar a liderança do time, após as dificuldades da equipe na atual temporada, principalmente em relação ao motor fornecido pela Honda.
