As provas do Bahrein e da Arábia Saudita, que estão programadas para fins de semana consecutivos entre 1º e 19 de abril, estão sob incerteza devido ao conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Apesar de não estarem diretamente envolvidos, ataques iranianos a instalações nos dois países geraram dúvidas sobre a realização das corridas nesta temporada da Fórmula 1.
A incerteza começa a preocupar os chefes das equipes, que pedem uma rápida decisão por parte da F1 e da FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Ayao Komatsu, chefe da Haas, afirmou que a antecipação ajudaria os times: “Honestamente, quanto antes, melhor. Sabem, tenho certeza que, obviamente, todos estão lidando com coisas das quais não tenho conhecimento.”

“Então, sim, não sei. Mas, obviamente, como equipe, quanto mais cedo soubermos, melhor. Com certeza saberemos ainda esta semana. Tenho certeza que sim. É um grande problema. Sinceramente, quanto antes soubermos, melhor”, concluiu Komatsu ao falar com o site GPBlog.
Mike Krack, engenheiro-chefe de pista da Aston Martin, também descreveu a situação como difícil, mas afirmou estar confiante nas decisões que serão tomadas: “Acho que é uma situação difícil, mas é uma situação difícil para todos. Acho que a F1 e a FIA fazem o possível para tomar a decisão correta e precisamos respeitar isso. E acho que sempre podemos encontrar muitos argumentos para, sabe, um cancelamento antecipado ou a continuação. Então, para nós, é uma situação em que, sabe, temos que planejar em dois cenários, ou talvez até mais, se houver uma substituição ou quaisquer outros cenários que possam surgir”, explicou Krack.
A expectativa é que uma definição sobre os Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita seja anunciada ainda nesta semana.
