Não há qualquer previsão de venda da Aston Martin por parte de Lawrence Stroll na Fórmula 1. Adrian Hallmark, CEO da montadora, apontou que o dirigente não quer se desfazer da equipe, apesar de aparentemente ter aberto caminho na semana passada com um acordo histórico.
Pensando no futuro a longo prazo da companhia, a equipe fechou um acordo de naming rights que vai partir que siga competindo com o nome Aston Martin F1 Team, além de manter o chassi como Aston Martin.
O lance, com valor de cerca de £50 mi, envolveu a utilização de participação acionária para ajudar uma marca de carros de luxo que enfrentava sérias dificuldades financeiras. O que chamou a atenção foi o fato de os direitos de naming terem sido vendidos à AMR GP Holdings, uma empresa indiretamente controlada por Stroll.

Segundo o jornal Financial Times, o acordo deixou alguns investidores nervosos, já que poderia ser uma indicação de um passo em direção à venda da companhia.
Hallmark então disse que “não posso falar diretamente por Lawrence, mas tudo o que vi nos últimos 15 meses demonstra um comprometimento com esta marca maior do que provavelmente qualquer outro acionista na história dela.” Ainda, o dirigente ressaltou que o acordo de direitos de naming rights o era “de apoio e não uma estratégia de saída”.
