Gabriel Bortoleto sobreviveu ao GP de Mônaco da Fórmula 1 deste domingo (25). Mesmo após se envolver em um acidente ainda na primeira volta da disputa, o competidor cruzou a linha de chegada em 14º.
Para a oitava etapa da temporada 2025, o piloto que comanda o carro #5 alinhou na oitava fila do grid, na 16ª colocação. Quem dividia a fila era Kimi Antonelli, que se envolveu em um acidente no Q1 da classificação do sábado.
Na escolha de pneu para largada, Bortoleto calçou o composto amarelo. Para 2025, os competidores são obrigados a fazer dois pit-stops durante a prova para movimentar as atividades.
Ainda nas primeiras curvas, Gabriel conseguiu fazer uma grande ultrapassagem em cima do italiano da Mercedes. Entretanto, poucos metros à frente, acabou batendo no muro de pneus, mas conseguiu retomar para a prova.
Nisso, a direção de prova deu safety-car virtual e alguns dos pilotos aproveitaram para fazer a primeira rodada de paradas – Yuki Tsunoda, Pierre Gasly, Oliver Bearman e o próprio Bortoleto, que colocou pneu duro.
Na transmissão, então, passou que o brasileiro veio no rádio se queixar que Antonelli havia o espremido contra o muro, e por isso bateu.
A corrida foi retomada na quinta volta. Nisso, Gabriel estava na 20 colocação, estando a 5s112 de Bearman, piloto que estava à sua frente. Nisso, Nico Hülkenberg aparecia na 12ª colocação.
Então, na nona volta, uma bandeira amarela foi necessária, dessa vez por conta de uma batida de Pierre Gasly. No replay, foi possível ver que o francês bateu na traseira de Yuki, danificando bastante a Alpine, que ainda conseguiu ‘se arrastar’ até os boxes – nesse momento, a entrada do pitlane foi fechada, pois o piloto parou alguns metros à frente.
Pouco depois, o pitlane foi reaberto e na volta 11, a bandeira verde tremulou mais uma vez. Nisso, Bortoleto estava em 19º a 4s2 de Ollie.
A medida que os competidores foram parando a primeira vez, Bortoleto foi subindo no pelotão, estando em 15º com 19 voltas completadas, estando a apenas 0s5 do Tsunoda.
Então, na 27ª volta da prova, Gabriel foi chamado para a sua segunda parada. Seu pit-stop foi de 2s7 e a equipe optou por colocar um pneu macio novo para rodar mais 50 voltas até a bandeirada – voltou em 18º à frente de Franco Colapinto.
Neste ponto da prova, os nomes que estavam já com as duas paradas eram Hadjar, Ocon, Bearman, Bearman, Bortoleto e Colapinto.
Na volta 37, então, surpreendentemente, ou não, Gabriel foi mais uma vez aos pit-stops. Dessa vez, o competidor calçou o composto médio usado e voltou par pista na 19ª colocação – logo depois, Alonso abandonou por problemas na Aston Martin e, consequentemente, o brasileiro subiu uma posição.
Com 47 de 78 voltas previstas, Bortoleto estava na 17ª colocação após uma parada de Hülkenberg. O brasileiro estava 0s803 de Colapinto – nesse momento, Antonelli, George Russell e Carlos Sainz ainda não haviam parado.
Restando apenas dez voltas para a bandeira quadriculada, Gabriel se mantinha na 17ª colocação a 0s578 de Colapinto, à sua frente, e com espaço de 3s9 para Hülkenberg, que estava logo atrás. Pouco depois, Stroll parou e o piloto subiu para 16º.
Na penúltima volta, então, foi a vez de Tsunoda fazer sua última parada obrigatória. Nisso, Bortoleto também ganhou a posição do japonês e vinha na 14ª colocação.
Bandeira quadriculada e o brasileiro da Sauber igualou seu melhor resultado na Fórmula 1 ao cruzar a linha de chegada na 14ª colocação – o mesmo resultado veio no GP da China após declassificiação da dupla da Ferrari.