A Aston Martin vive um início complicado na temporada 2026 da Fórmula 1 e já admite que a reação não será imediata. A equipe britânica, que esperava disputar posições mais altas, acabou ficando no fundo do grid.
O cenário frustra expectativas criadas com mudanças importantes, incluindo a chegada de Adrian Newey. Agora, o foco está em entender os problemas do AMR26 e trabalhar em uma recuperação que deve levar tempo.
Um dos principais pontos de preocupação envolve a unidade de potência da Honda, além das fortes vibrações que têm impactado o desempenho do carro. Para Stoffel Vandoorne, piloto reserva da equipe, a situação exige paciência: “Certamente não foi um início fácil de ano. Acho que isso provavelmente não vai mudar da noite para o dia”.
O belga destacou que o processo de evolução será gradual, especialmente diante das diversas mudanças implementadas no projeto. “Vai ser um processo longo, mas já sabíamos que não seria simples com todas as alterações que fizemos”, acrescentou o ex-piloto da McLaren.
Enquanto isso, tanto na fábrica da Honda no Japão quanto na base da equipe em Silverstone, o trabalho segue intenso em busca de soluções. Apesar disso, ainda não há um prazo claro para que os resultados apareçam de forma consistente nas pistas.
Atualizações são esperadas já para o GP de Miami, com o objetivo de melhorar a dirigibilidade do carro de Fernando Alonso e Lance Stroll. Ainda assim, a equipe não projeta uma grande evolução imediata em termos de resultados, indicando que a recuperação deve acontecer de forma progressiva ao longo da temporada.
