Os pilotos da Fórmula 1 terão peças adicionais das unidades de potência disponíveis em 2023, depois que as mudanças em relação ao formato do final de semana com corridas sprint, foram aprovadas nessa terça-feira.
Seis componentes compõem a unidade de potência da Fórmula 1: o motor de combustão interna (ICE), turbocompressor (TC), MGU-H, MGU-K, controle eletrônico (CE) e armazenamento de energia (bateria – ES).
De acordo com os regulamentos iniciais de 2023, os pilotos tinham permissão para utilizar três ICEs, TCs, MGU-Hs e MGU-Ks por temporada, junto com dois CEs e ESs, antes da aplicação de penalidades.
Para os ICEs, TCs, MGU-Hs e MGU-Ks, isso foi aumentado para quatro por piloto, apenas para 2023.
Isso significa que as penalidades de grid serão aplicadas somente se um quinto elemento for usado. A alocação para CEs e ESs permanece inalterada.
A Comissão da F1 também destacou que o tempo alocado para o procedimento de grid nos GPs foi aumentado de 40 para 50 minutos.
O tempo extra será utilizado para a apresentação dos pilotos aos espectadores em determinados eventos.
A definição atualizada de ‘trabalhar em um carro’ durante um pit stop, que fez com que a penalidade de Fernando Alonso em Jeddah fosse cancelada, será incluída no Regulamento Esportivo a partir de agora.
Também haverá pequenas revisões nos regulamentos financeiros da Fórmula 1, que foram introduzidos na categoria em 2021.
Certos custos de iniciativas de sustentabilidade, agora serão adicionados à lista de itens excluídos do limite de custo de uma equipe.
Isso inclui aspectos como custos associados à instalação de infraestrutura sustentável, auditoria e monitoramento das emissões de carbono das equipes, além de doações feitas a instituições de caridade envolvidas em projetos de sustentabilidade ambiental.
