A Alpine está iniciando uma nova fase em sua trajetória na Fórmula 1, passando a ser uma equipe cliente e adquirindo unidades de potência da Mercedes a partir de 2026, em um momento de mudanças significativas na categoria. A fabricante francesa Renault (proprietária da Alpine) encerrou seu programa próprio de motores em 2025, após décadas de fornecimento interno de unidades de potência, para focar em uma parceria com a Mercedes, que também atenderá McLaren e Williams.
Dave Greenwood, diretor esportivo da Alpine, minimizou os desafios dessa nova parceria, destacando que a integração com a Mercedes está ocorrendo de forma tranquila: “No final das contas, a diferença é mais na arquitetura do motor que está mudando. Em termos de trabalho com as pessoas, isso é algo bastante normal para nós. Os engenheiros da unidade de potência querem fazer as mesmas coisas e estão envolvidos nas mesmas questões de qualquer outra empresa. Alguns rostos diferentes, mas além disso, acredito que será bastante fácil”, afirmou.

A Alpine entra na temporada de 2026 com o objetivo de superar o desempenho bem abaixo das expectativas em 2025, quando, após focar precocemente em 2026, a equipe teve dificuldades de ritmo e terminou o ano na última posição no campeonato de construtores. Agora, com a nova parceria e foco nas novas regulamentações, a expectativa é de um retorno mais competitivo.
