A Alpine deixou o GP de Las Vegas de Fórmula 1 com impressões divididas, depois de um final de semana marcado por bom desempenho na pista, mas também por prejuízos que comprometeram as chances de pontuar. Pierre Gasly e Franco Colapinto avaliaram a etapa e já projetam o desafio no Catar no próximo fim de semana, que também receberá uma corrida noturna, e dessa vez com temperaturas mais altas e a última corrida Sprint da temporada.
Gasly destacou que o time tinha ritmo competitivo tanto no seco quanto no molhado em Las Vegas, mas viu sua corrida acabar logo na primeira curva: “Saímos de Las Vegas com emoções misturadas, porque nosso ritmo era bom em condições secas e molhadas, mas não conseguimos capitalizar isso na corrida por motivos fora do nosso controle. Tive muitos danos na parte traseira do carro após o incidente na curva 1, o que nos tirou da disputa imediatamente. É encorajador estarmos novamente no grupo da frente na sessão de classificação e largar no top-10”.
Agora, o foco se volta para Lusail: “O circuito do Catar é único, quase todo composto por curvas de alta velocidade, e será interessante ver como nosso pacote se comporta. É a última Sprint do ano, então precisamos estar no limite desde o início. Toda a equipe está motivada para conquistar mais pontos”, afirmou o piloto francês.
Colapinto, por sua vez, viveu um fim de semana mais complicado: “As condições foram desafiadoras o tempo todo, com temperaturas frias e chuva em algumas sessões. Fazer a sessão de classificação na chuva foi especialmente difícil, com muito pouca aderência, mas conseguimos chegar ao Q2”, disse ele.

Assim como Gasly, ele também teve sua corrida destruída na primeira curva: “Minha corrida foi comprometida quando sofremos danos na traseira durante o caos da curva 1, e ficou difícil me recuperar depois disso”, acrescentou.
Mesmo assim, Colapinto vê lições importantes para as duas últimas etapas: “Ainda havia muito para aprender na corrida de Las Vegas, e vamos debater tudo antes do Catar para entender como aproveitar melhor essas últimas etapas. As condições bem diferentes no Catar terão grande impacto, e como é a última corrida Sprint, é essencial fazer um treino inicial forte. Estamos prontos para dar tudo de melhor”, finalizou o argentino.
