F1: Alonso aponta rivais “10 vezes à frente” e prevê corrida difícil na China

Fernando Alonso afirmou que a Aston Martin deve enfrentar outro fim de semana complicado no GP da China de Fórmula 1. Após o início problemático da temporada na Austrália, o espanhol disse que a prioridade do time agora é simplesmente acumular voltas e coletar dados do carro.

Falando à imprensa, Alonso afirmou que a situação do AMR26 pouco mudou desde Melbourne: “Sim, não muito diferente, eu diria. A situação, felizmente, não mudou em quatro ou cinco dias desde Melbourne, então sim, acho que vai ser outro final de semana difícil, tentando entender o máximo possível sobre o carro e, sabe, eventualmente limitar as voltas em alguns dos treinos, porque estamos com poucas peças e, sim, tentar tirar algo positivo do final de semana.”

Fernando Alonso (ESP) Aston Martin F1 Team AMR26 on the grid.
Foto: XPB Images

Segundo o bicampeão, o objetivo principal será aproveitar o tempo de pista para encontrar o melhor funcionamento do carro projetado por Adrian Newey. “Realmente precisamos das voltas. Precisamos muito poder treinar e encontrar a janela ideal do carro, no lado do chassi. E isso será obviamente muito importante para o final de semana.”

Ele também afirmou que o fim de semana será positivo se a equipe conseguir realizar as sessões sem grandes problemas. “Ficarei feliz se sairmos da China com um treino livre mais ou menos normal, uma classificação mais ou menos normal, acumulando voltas e, provavelmente, tentando completar a corrida inteira no domingo, se formos autorizados.”

O começo da temporada já havia sido marcado por preocupações. Durante o fim de semana na Austrália, o chefe da equipe, Adrian Newey, chegou a dizer que os pilotos poderiam não conseguir completar a corrida sem risco de “danos permanentes nos nervos”, embora as 64 voltas realizadas tenham gerado dados importantes para a equipe.

Além disso, a Honda informou que as vibrações no carro Aston Martin AMR26 devem continuar sendo um problema na China. Durante o fim de semana na Austrália, o chefe da equipe, Adrian Newey, chegou a dizer que os pilotos poderiam não conseguir completar a corrida sem risco de “danos permanentes nos nervos”.