Em meio aos rumores de crise, Ferrari faz primeiras mudanças em 2019

Em Mônaco, o recorde de dobradinhas da Mercedes terminou, apesar de Lewis Hamilton vencer a corrida e Valtteri Bottas ter terminado no pódio, na terceira posição.

Ainda no paddock monegasco, um repórter brincou dizendo que a Mercedes estava entrando em crise, e Toto Wolff entrou na brincadeira: “Sim, eu assumo total responsabilidade”, disse o chefe da Mercedes.

Mas a crise real está na Ferrari, segundo a mídia italiana, que ainda não venceu este ano.

“Essas coisas não podem acontecer na Ferrari”, disse Umberto Zapelloni, jornalista do ‘La Gazzetta dello Sport’.

“Não pode acontecer quando você tem 100 engenheiros na frente de computadores, mas talvez seja porque eles pensam como nerds e não correm como homens.”

Nico Rosberg, campeão mundial em 2016, sugeriu após o GP de Mônaco que a Ferrari “deve fazer alterações em seu pessoal”.

O chefe da Ferrari, Mattia Binotto, negou que haverá mudanças na equipe, mas fontes italianas informaram que essas alterações já estão sendo feitas nos bastidores em Maranello.

O ‘Corriere della Sera’ afirmou que os principais engenheiros, Alessandro Cinelli e Giacomo Tortora, foram afastados de suas funções. Marco Adurno foi promovido para o lugar.

Os chefes de Binotto, John Elkann e Louis Camilleri, também aprovaram um orçamento maior para atualizar a suspensão dianteira do carro sem afetas o restante do programa.

“Mattia Binotto tem todo o meu apoio e tenho certeza de que ele encontrará uma solução”, disse o CEO Camilleri.

Mas mesmo com as reações da Ferrari, há rumores de problemas mais sérios dentro da equipe. Outra fonte italiana alegou que a relação entre Leclerc e Maranello foi consideravelmente abalada depois de Mônaco.

Após a corrida, Binotto afirmou que Leclerc exagerou na agressividade nas ruas do Principado, mas o mesmo ‘Corriere della Sera’ disse que o monegasco “correu com uma raiva quer era mais do que justificada”.

“Este campeonato acabou para a Ferrari”, continuou o jornal. “Todo o resto é ‘conversinha’. Precisamos planejar o futuro, confiando na motivação, no intelecto e na habilidade de Leclerc”.

Já Leclerc prometeu seguir em frente, em meio aos rumores de um “ponto de ruptura” entre ele e a Ferrari.

“Apenas seguindo em frente”, ele respondeu quando perguntado como ele reagiria após a decepção de sua corrida em casa.

“Eu não posso mudar o que aconteceu, então não faz sentido continuar pensando nisso. Precisamos continuar a trabalhar com a confiança de que o próximo fim de semana será melhor”, disse Leclerc.

Finalmente, o ex-chefe da Ferrari e atual presidente da FIA, Jean Todt, apoiou a Ferrari em busca de sua recuperação no mundial.

“A equipe é muito forte e o carro é competitivo”, disse Todt à rádio ‘Rai’. “Talvez esteja faltando um pouco ‘tempero’ na receita, mas tenho certeza de que eles terão sucesso.”

 

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