Carlos Sainz disse que uma colisão na volta de abertura com Sergey Sirotkin, da Williams, o deixou lutando durante toda a corrida, desempenhando um papel de apoio para o companheiro de equipe, Nico Hulkenberg.
Sainz esteve envolvido em uma colisão com Sirotkin na segunda curva, sendo atingido na lateral direita de seu carro pelo russo. Consequentemente, ele sofreu danos na lateral e no fundo do carro, o que reduziu o desempenho e o downforce durante o restante da corrida.
Falando depois sobre seu desapontante Grande Prêmio, Sainz disse: “Muito difícil, muito difícil de aceitar depois que comecei melhor com os pneus macios, do que todos com os hipermacios. Ultrapassei alguns deles durante a frenagem. Então Sirotkin me acertou”.
“Eu não senti o impacto, mas aparentemente ele me tocou e quebrou parte da lateral direita e o fundo, do lado direito, que ficou todo rachado, e logo após a curva 3 eu comecei a sentir que o carro não estava indo bem e que iria ser uma longa corrida”.
“Eu estava perdendo, não sei quantos pontos de downforce. O carro estava sobresterçando muito”, continuou ele. “A partir daí foi apenas uma corrida tentando ficar fora do caminho, retardar a Haas e as Saubers para Nico Hulkenberg, poder abrir distância para eles, mas, mesmo assim, o carro era tão ruim que foi muito difícil”.
“Eu sabia perfeitamente que a pontuar, seria impossível com este carro”, disse ele. “Era 1 – 1,5 segundos mais lento do que eu estive durante todo o final de semana. Era mais sobre tentar ajudar o time. Tenho certeza que poderíamos ter pontuado com um carro normal. Na verdade, acho que Nico estava muito próximo e se você tiver em mente que eu estava à frente de Nico após a largada, acho que talvez eu pudesse ter detido a Haas e as Force Indias.”
A Renault não conseguiu sair da Rússia com pontos, permitindo que a Haas se aproximasse do quarto lugar, e diminuísse a diferença para 11 pontos, depois que Kevin Magnussen chegou em oitavo lugar para o time americano.
