Circuitos que mais favorecem ultrapassagens e o impacto nas estratégias de corrida

F1 é estratégia, mas não só. É gestão de pneus, é DRS (Drag Reduction System), é gestão de boxes… mas continua sendo o tipo de circuito que dita a corrida. Imagine uma banda. O DRS é o flautista, a gestão de boxes é o violinista, mas o tipo de circuito é o maestro. É ele que, indiretamente, dá as ordens e diz como proceder.

Chega de música e vamos a exemplos práticos. Olhemos para o exemplo do ano passado. A corrida de Yas Marina foi a que teve mais ultrapassagens (60), e isso já deixa um indicador para este ano: é um circuito que potencializa ultrapassagens.

Este tipo de pistas devem ser levadas em consideração, sendo que suas características têm um impacto grande nas estratégias de cada piloto, e não. Também nas apostas esportivas, esses são dados fundamentais, já que permitem fazer previsões de maior sucesso.

Casas de apostas especializadas em esportes de automóveis levam todo o tipo de dados muito a sério, com o fim de calcular as melhores probabilidades possíveis, como é o caso do site de apostas Bet7. Geralmente, os apostadores mais experientes, avaliam também esse tipo de dado também antes de fazer suas apostas. Sugerimos ainda aos apostadores usarem o Bet7 bônus para apostar para proteger suas apostas na Fórmula 1.

Ficou a dica, mas de qualquer forma, as características das pistas é algo interessante que importa a qualquer amante de F1. É exatamente por isso que vamos a um parâmetro que deve ser aprofundado. Descubra agora quais os circuitos que mais favorecem ultrapassagens e o impacto nas estratégias de corrida.

Como medir se um circuito favorece ultrapassagens?

As pistas não são todas iguais. E isso se reflete no número de ultrapassagens. Há vários indicadores, mas os principais são: número médio de ultrapassagens por corrida, quantidade e posicionamento das zonas de DRS, largura da reta principal e existência de fortes zonas de frenagem.

Essas são as principais, mas há mais. A diferença de velocidade entre carros também é relevante. 99% do público pode não saber disso, mas as equipes sabem isso e muito mais. Elas têm essa informação em detalhes e provavelmente até sabem de cor.

Um exemplo simples ajuda a entender: pistas com longas retas e frenagens fortes, como Monza, tendem a registrar muito mais ultrapassagens do que traçados urbanos apertados, onde o espaço para atacar simplesmente não existe.

Circuitos com mais ultrapassagens: quem lidera as estatísticas?

Ao longo dos anos, algumas pistas ganharam fama de serem autênticos palcos de batalha. Interlagos se beneficia de mudanças de altitude e curvas que permitem ataques em sequência. O Red Bull Ring tem poucas curvas, mas várias zonas claras de ultrapassagem. Austin (COTA) combina retas longas com curvas largas, Monza é sinônimo de slipstream e frenagens no limite, e o Bahrein junta retas extensas com zonas de DRS muito eficazes.

Nesses circuitos, as equipes aceitam, muitas vezes, largar um pouco mais atrás se isso significar um carro mais rápido em ritmo de corrida. Sabem que há margem real para ganhar posições na pista, sem depender exclusivamente de erros alheios ou do safety car. Para quem aposta, são Grandes Prêmios especialmente interessantes. Mercados como top 6, top 10 ou duelos entre pilotos ganham valor, já que a posição de largada deixa de ser uma sentença quase definitiva.

Pistas “travadas”: quando a estratégia vale mais que o braço

No extremo oposto estão os circuitos de rua e traçados estreitos, como Mônaco, Singapura ou Jeddah. Aqui, o número médio de ultrapassagens é baixo e a corrida se transforma num jogo de xadrez, onde boxes, safety car e timing são tudo.

Nessas pistas, a prioridade absoluta é uma classificação perfeita e um undercut bem calculado, porque mesmo um carro claramente mais rápido pode ficar preso durante dezenas de voltas sem chance real de ataque.

Basta lembrar corridas em Mônaco em que o top 3 da classificação praticamente definiu o pódio, criando aquela sensação de “procissão” tão conhecida dos fãs. Para apostas, faz mais sentido focar em mercados como pole position, líder após X voltas ou até cenários específicos de safety car, em vez de apostas em posições ganhas.

Impacto nas estratégias: pneus, combustível e ritmo de corrida

O perfil do circuito influencia diretamente a escolha de pneus. Em pistas com muitas ultrapassagens, os compostos macios são armas de ataque, permitindo ganhar posições rapidamente. Já em traçados onde ultrapassar é difícil, pneus mais duros ajudam a manter a posição e controlar o ritmo.

O mesmo vale para as estratégias de paradas. Em circuitos “bons de passar”, as equipes arriscam stints mais curtos e duas paradas, confiando na capacidade de recuperar posições na pista. Em pistas travadas, a tendência é para uma parada, muita gestão de pneus e zero riscos desnecessários.

Uma curiosidade interessante: em pistas com alta probabilidade de safety car, algumas equipes alongam propositadamente o primeiro stint, esperando um pit stop “grátis”. Quando funciona, pode transformar uma corrida anônima numa reviravolta estratégica.



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