Chefes da F1 indicam continuidade do GP da Arábia Saudita após ataques de mísseis

A novela do GP da Arábia Saudita da F1 caminha, enfim, para terminar. Após uma reunião de mais de 4h nesta sexta-feira (25), os chefes de equipes indicaram que a prova deste final de semana deve acontecer.

A delicada situação começou ainda durante esta semana, quando um ataque de mísseis foi feito a uma base da Aramco. Então, durante o primeiro treino livre desta sexta, um novo bombardeio foi registrado.

Para definir o prosseguimento do evento e Jeddah, pilotos, equipes e figurões da principal categoria se reuniram para debates após o encerramento das atividades. As discussões começaram às 22h locais e terminaram pouco após as 2h locais com mais de 4h de duração.

Depois de muito se discutir, assim que os competidores saíram da sala de reunião não falaram com a imprensa. Entretanto, os dirigentes presentes no encontro foram responsáveis pelos burburinhos e primeiras informações.

Christian Horner, chefe da Red Bull, Toto Wolff, da Mercedes, Zak Brown, da McLaren, além de o empresário de Carlos Sainz, todos assinaram positivamente para a mídia presente de que a corrida vai continuar.

Otmar Szafnauer, agora comandando a Alpine, explicou, segundo Felipe Kieling, da Band, que a reunião demorou porque as pessoas tinham informações diferentes e todos precisavam estar na mesma página para bater o martelo.

Pouco depois, foi a vez da BBC Sports também trazer informações sobre o caso. O jornal inglês afirmou que parte dos pilotos tinham preocupações sobre correr o GP, mas foram convencidos a continuar após informações trazidas pelos chefes.

“Parte dessas informações [adicionais levadas aos pilotos] envolvia as possíveis consequências de não correr, como a facilidade com que equipes e pilotos poderiam deixar o país se a corrida não acontecesse.”