A saída da Honda como fornecedora de motores teve duas razões principais, explicou o CEO da Fórmula 1, Chase Carey, ao Motorsport.com. A mais importante deles foi financeiro.
“Sabemos que a indústria automobilística em geral está enfrentando alguns desafios, e acho que a Honda claramente está vivendo e lutando com esses desafios. Então, acho que essa foi a questão central”, argumentou Carey. “Acho que a Honda sentiu que essas pressões existiam hoje e eles tiveram que tomar algumas decisões.”
Como um segundo motivo, Carey mencionou o desejo da empresa de tomar medidas para focar na neutralidade de CO2 e agir de uma forma mais amiga do clima. Isso também é o que a Honda enfatizou como um importante motivo para deixar a F1.
Carey não está preocupado que a saída da Honda cause uma escassez de fornecedores de motores no futuro, especialmente considerando o motor de próxima geração que deve ser lançado em 2026. “Acho que à medida que continuamos a limpar e divulgar mais informações sobre nosso motor de próxima geração e metas de sustentabilidade, estamos obtendo cada vez mais apoio e interesse de parceiros existentes e novos parceiros em potencial, sobre a importância disso para o futuro”, concluiu.
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