A F1 vai ficar um mês sem corridas. E isso não é 1º de abril

O calendário entra em abril nesta quarta-feira e esse marca o mês que a Fórmula 1 não terá nenhuma etapa. E apesar de o dia 1º ser marcado pelas piadas e pegadinhas, essa é bastante verdadeira.

Quando começou a temporada, era previsto que houvesse 24 etapas entre março e dezembro. Entretanto, tudo teve de mudar por conta dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã, provocando um enorme conflito no Oriente Médio que já se estende por mais de um mês.

Aos poucos, as principais categorias do esporte a motor mundial começaram a reagir à guerra. Primeiro foi o Mundial de Endurance que optou por adiar a abertura do campeonato, o Catar 1812km, que aconteceria no início do ano, apenas para o mês de outubro, entre os dias 22 a 24.

Nico Hulkenberg (GER) Audi F1 Team R26.
Foto: XPB Images

Depois, foi a vez da MotoGP, que também decidiu mudar a data do GP do Catar apenas para o final do calendário, entre os dias 6 a 8 de novembro em Lusail.

Então, após incerteza e certa pressão, a Fórmula 1 também se viu obrigada e mudar seu calendário. Sem espaço para rearranjar duas corridas, cancelou os GPs do Bahrein e da Arábia Saudita, que aconteceriam agora no mês de abri – 10 a 12 em Sakhir e 17 a 19 em Jeddah. Com isso, o calendário passa de 24 para 22 corridas.

A última etapa disputada aconteceu o GP do Japão, entre os dias 27 a 29 de março em Suzuka. Agora, a próxima parada é o GP de Miami, entre 1ª a 3 de maio. Com isso, entre os domingos, dias das corridas, serão 35 dias, mais de um mês sem corrida da F1.

Como comparação, as férias de verão entre julho e agosto terão uma pausa menor: o GP da Hungria acontece entre 24 a 26 de julho e o GP da Holanda entre 21 a 23 de agosto – entre as provas, 28 dias.



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