Massa espera melhora da Sauber para Silverstone

Não deu. A expectativa da Sauber de compensar na corrida o mau desempenho dos treinos classificatórios foi por água abaixo no Grande Prêmio da França. Mesmo com uma tática diferente entre os 18 pilotos que chegaram ao final das 70 voltas – foi o único a parar apenas duas vezes para reabastecimento e troca de pneus -, Felipe Massa terminou em 13º. O companheiro Giancarlo Fisichella fez três pit stops e não foi muito mais feliz, finalizando em 12º.

Massa, que chegou a ocupar a 7ª colocação antes da primeira parada nos boxes, espera agora que as modificações introduzidas no carro, iniciadas com a nova asa dianteira utilizada em Magny-Cours, deixem a Sauber mais rápida no próximo fim de semana no GP da Inglaterra. “O novo capô do motor é uma mudança aerodinâmica significativa. Tomara que a pista confirme os resultados do túnel de vento”, afirmou.

Sem condições de brigar no qualifying com as equipes que correm com pneus Michelin, muito mais rápidos em uma única volta do que os Bridgestone da Sauber, Massa contava em subir do 16º lugar no grid quando as rivais diretas – Toyota e Jaguar – começassem a entrar nos boxes. A estratégia só funcionou em relação à Toyota, já que a Jaguar andou sempre na frente da Sauber. “Também dependemos da má sorte das equipes grandes para chegar nos pontos. Num dia como hoje, com um índice de quebras baixíssimo, fica praticamente impossível”, lembrou Massa.

Massa disse que a decisão de mudar o plano de corrida de Fisichella ao longo da prova foi acertada. No seu caso, porém, o elevado consumo dos pneus foi a causa determinante do fraco rendimento da Sauber. “A degradação da borracha aqui em Magny-Cours é impressionante. Foi uma tarde muito difícil para mim.”