Massa se apresenta no Cirque du Soleil

A Sauber encontrou uma forma curiosa de engrossar as inúmeras atividades promocionais que as equipes de Fórmula 1 estão patrocinando nesta semana no Canadá, onde o campeonato prossegue domingo em Montreal. Na quinta-feira, além de visitar o renomado Cirque du Soleil, Felipe Massa e seu companheiro Giancarlo Fisichella se arriscarão em acrobacias sob a orientação dos técnicos da companhia. O Cirque du Soleil foi fundado em 1984 e emprega cerca de 2.700 artistas de 40 países, inclusive do Brasil. Desde então, suas mais de 250 apresentações em 90 cidades atraíram mais de 40 milhões de expectadores.

Massa esteve no Brasil durante o fim de semana e viaja amanhã para o Canadá. A prova abrirá a curta temporada norte-americana. A Sauber se preparou para a corrida nos testes realizados de terça a sexta-feira passadas em Monza, concentrando-se na avaliação de componentes aerodinâmicos e dos freios com vistas aos circuitos Gilles Villeneuve e de Indianapolis.

Sobre a pista canadense, Massa diz que ela é similar à de Ímola. “Tem retas, freadas fortes, chicane… É um circuito complicado, difícil de manter o ritmo. O piloto tem de ser preciso, e aí é que está a maior dificuldade. O lado bom é que dá para ultrapassar, tanto nas retas quanto na freada do hairpin, se o carro estiver legal.” Em 2002, Massa largou em 12º e terminou em 9º. A Sauber pontuou em Montreal pela última vez em 2001, com o quarto lugar de Kimi Räikkönen.

Em tese, Montreal poderá ser uma pista favorável à Sauber, que ocupa o 5º lugar no Mundial de Construtores. “A velocidade máxima supera os 330 quilômetros por hora”, lembra o diretor técnico Willy Rampf. O motor Petronas-Ferrari da Sauber é reconhecidamente um dos mais potentes da Fórmula 1. Rampf observa também que as freadas fortes, características de Montreal, pedem pastilhas de freio superduras e ótima refrigeração de todo o sistema, mas que, em contrapartida, o asfalto pouco abrasivo exige pouco dos pneus e aceita compostos mais macios.