Foi sem dúvida alguma o momento da classificação para o GP da Hungria de Fórmula 1. A McLaren de Fernando Alonso quebrou e o espanhol não teve outra opção: saiu e decidiu empurrá-lo.
A ideia era empurrar a McLaren para os boxes, para resolver o problema e retornar à pista. Não foi possível, até porque os regulamentos não permitem a manobra. Os carros têm de chegar por si e não empurrados aos boxes para voltarem a sair.
“Foi um esforço em vão. Não sabia se poderia retornar ou não, mas quando cheguei aos boxes disseram-me que se o carro não chegasse por si próprio não poderíamos retornar à sessão”, lamentou.
Sobre o problema que o deixou parado ainda na volta de aquecimento, Alonso explicou que: “foi um conector ou algo parecido que deixou o carro sem eletricidade”. “Parou por duas vezes na mesma volta e da segunda foi mesmo de vez”, acrescentou, sem adiantar mais detalhes.
O problema foi como um “balde de água fria” para Alonso e os engenheiros da McLaren, que acreditavam que conseguiriam um lugar perto dos dez primeiros.
“Era um fim de semana em que estávamos entre os dez primeiros pela primeira vez e, no final, voltamos a sair das últimas posições”, lamentou.
“Podia ter melhorado a minha posição. Aqui na Hungria, a corrida quase termina no sábado. É como nos circuitos urbanos, muito difícil de ultrapassar”, analisou.
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