O jovem brasileiro Felipe Nasr diz que outras três equipes da Fórmula 1 estavam interessadas em assinar com ele antes de firmar um acordo com a Sauber e que, na verdade, ele é um piloto pagante tanto quanto um piloto promovido pela Red Bull.
Apesar da impressionante estreia em 2015, o brasileiro de 22 anos tem lutado continuamente com o rótulo público de que é um ‘piloto pagante’.
Nasr trouxe um forte apoio e cores do seu patrocinador Banco do Brasil para a Sauber, mas ele insiste que ele teria chegado à Fórmula 1 de qualquer maneira.
“Meu pai ou qualquer um do meu relacionamento não são ex-pilotos de Fórmula 1.”, disse ao jornal finlandês ‘Turun Sanomat’. “Sou de uma família comum. Teria conseguido chegar na F1 de muitas maneiras, mas eu trilhei o caminho com Steve Robertson.”
Robertson é mais conhecido por gerenciar a carreira de Kimi Raikkonen. E Nasr disse ainda recentemente que Raikkonen chegou a investir na sua caminhada à F1.
“Quando cheguei na Europa, a Red Bull, Gravity (Lotus) e a Mercedes estavam interessadas em me colocar em seus programas de desenvolvimento de pilotos.”, afirma.
Não apenas isto, Nasr estava prestes a testar uma BMW Sauber aos 17 anos de idade em 2009, depois de dominar a Fórmula BMW, mas a montadora alemão abandonou a Fórmula 1.
“Eu senti que trabalhar com o Robertson era a solução correta para mim.”, disse Nasr. “Mas as pessoas pensam que estou na F1 porque sou, na opinião deles, um piloto pagante, mas eu não vejo a diferença entre mim e um piloto formado pela Red Bull.”