O GP da Malásia deste fim de semana pode ser o último na Fórmula 1, dado que os responsáveis locais ainda não renovaram o contrato. O problema será o preço a pagar a Bernie Ecclestone para sediar a prova, com o presidente de Sepang, Mokhzani Mahathir afirmando que “há diversas questões com as quais ainda não estamos muito satisfeitos, e esperamos poder falar mais disso”.
A pretensão dos dirigentes do GP da Malásia é renovar o contrato por três anos, para o que poderia ter uma ‘ajuda’ na confirmação da continuidade do patrocínio da petrolífera Petronas à Mercedes: “Sabe-se que a Petronas estendeu o seu patrocínio à Mercedes por três anos e será um impulso para manter a F1 em Sepang”, disse Mahathir à agência ‘Yonhap’.