A Renault já identificou o problema que está afetando os seus motores e, com isso, prejudicando as equipes cliente na Fórmula 1, com a Red Bull, tetracampeã do mundo, principalmente. Contudo, o problema parece muito complicado de resolver e a marca francesa admite mesmo pedir à FIA para fazer mudanças nos motores depois de este já ter sido homologado.
Nesse sentido, a Renault deve alegar falta de confiabilidade para fazer mudanças. O prazo limite é 28 de fevereiro.
As regras atuais da Fórmula 1 impedem mudanças em vários componentes do motor desde a sua homologação até 2020, quando termina o contrato. Contudo, a FIA pode autorizar mudanças pontuais, se perceber que é necessário.
Remi Taffin, chefe de operações da Renault, explicou a situação: “Tivemos problemas de hardware e, consequentemente, de software. Primeiramente foi no reservatório de energia. Melhoramos, fizemos testes e tudo funcionou.”
Assim, a Renault acredita que os problemas de Jerez estejam resolvidos. O que não significa que não surjam outros. “O próximo passo é o software, pois tivemos problemas de condução”, explica.
A Renault planeja fazer no Bahrain, na próxima semana, o que gostaria de ter feito em Jerez. Por isso admite estar atrás das rivais. “Talvez estejamos umas três semanas atrás, mas temos um plano para nos recuperar”, concluiu Taffin.