Depois do presidente não-executivo da Mercedes, Niki Lauda, admitir que o superaquecimento dos motores será um problema em 2014, foi a vez do engenheiro-chefe da Ferrari, Pat Fry, apontar no mesmo sentido. Recorde-se que na próxima temporada, a Fórmula 1 terá novas unidades motrizes, compostas por Sistema de Recuperação de Energia (ERS) e motor V6 turbo 1.6l.
Para Fry, “a questão da refrigeração será um desafio de acordo com as necessidades de baixar a temperatura do carro”, disse à revista britânica ‘Autosport’.
O britânico considera a situação muito desafiadora, e explicou ainda que “no início de cada ano, quando se começa com problemas de refrigeração, uma enorme parte dos recursos vai para a reparação de radiadores. Nisso se passam os primeiros meses. Espero que tenhamos tudo bem, mas muitos vão ter problemas em janeiro”.