A agência de notícias ‘Reuters’ descreveu o GP da Hungria de Michael Schumacher como uma “comédia de erros”. E dois dos erros foram cometidos pelo heptacampeão antes mesmo da largada.
Surgiu na revista alemã ‘Auto Motor und Sport’ que, depois da volta de apresentação, Schumacher estacionou a sua Mercedes na posição errada do grid, motivo pelo qual Charlie Whiting abortou a largada.
“Eu informei os boxes que ele estava no meu lugar”, disse Heikki Kovalainen, da Caterham, que se classificou em 19º – duas posições atrás de Schumacher.
Pedro de la Rosa, penúltimo no grid, também percebeu que algo estava errado. “Eu não sei quem foi o culpado, eu apenas sabia que eu estava na posição errada”, disse o espanhol.
Então, quando Schumacher viu que Whiting abortou a largada, o alemão desligou seu motor.
O resto do pelotão simplesmente partiu para outra volta de apresentação, o que deixou Schumacher parado no grid, precisando ser empurrado pelos fiscais de pista para o pit-lane.
Questionado o motivo pelo qual desligou o motor, Schumacher disse: “Costumava ser assim.”
Mas Schumacher estava errado, pois já em 2006, última temporada antes de Schumacher decidir pela aposentadoria, o atraso de cinco minutos na largada já tinha sido retirado do regulamento.