Tony Fernandes admitiu que ele não é um grande admirador do sistema de recuperação de energia cinética, também conhecido como KERS.
Desde 2009, o sistema tem reutilizado a força do carro sob frenagem na fora de um ganho de potência controlado através de um botão no cockpit do piloto.
A partir de 2012, os pilotos da Caterham aproveitarão do sistema pela primeira vez, com o sistema sendo fornecido pela fornecedora de câmbio e hidráulicas da equipe, a Red Bull.
Mas o chefe de equipe Fernandes não é muito a favor.
Referindo-se ao alto custo envolvido em ter uma equipe de Fórmula 1, o malaio disse: “Ainda há muito dinheiro gasto, e acima de tudo muito em lugares errados.”
“Nós costumávamos falar sobre um milhão de euros para usar o KERS, mas agora estamos falando entre três e cinco milhões.”, é citado pela revista alemã ‘Auto Motor und Sport’.
“Para quê? Nosso KERS não contribui em nada com o ambiente.”