Primeiro reserva da Renault, o brasileiro Bruno Senna está tendo sua primeira chance como titular nesta temporada. Depois do acidente de Robert Kubica no final de 2010, o brasileiro foi preterido dentro da Renault, que recebeu apostar na experiência de Nick Heidfeld para substituir o piloto polonês.
A ideia da Renault era que Heidfeld liderasse o time. Porém, além da Renault ter perdido terreno para adversários como a Mercedes ao longo do ano, em 11 corridas, Heidfeld largou apenas três vezes à frente de Vitaly Petrov e tinha apenas dois pontos a mais que o piloto russo.
Insatisfeita, a equipe francesa resolveu sacar Heidfeld e apostar em Senna. A princípio, o brasileiro está confirmado apenas para o GP da Bélgica e da Itália, por uma questão judicial, mas deve correr as oito etapas finais do ano, Sobre a substituição, Senna nega que exista dinheiro envolvido. “Se você olhar para o carro ou em mim mesmo (macacão e capacete), não há nenhum logotipo novo”, destaca Senna. “Claro que existe um grande potencial comercial que a equipe pode explorar, mas tenho certeza que fui escolhido pois eles confiam em mim.”