O intervalo de três semanas permitiu aos homens da Ferrari trabalharem afincadamente no seu carro, para tentar recuperar o atraso que possuem em relação à Red Bull e McLaren.
Deste modo, o 150º Itália ruma a Istambul com novas asas dianteiras e traseiras, bem como alterações no sistema de freios, e apesar dos seus responsáveis não esperarem que todos os problemas tenham sido resolvidos, contam pelo menos que a tendência se inverta, e passem a estar no caminho certo para recuperar as diferenças.
Nestas três semanas trabalhou-se afincadamente em Maranello, e depois de analisadas ao pormenor as três primeiras corridas, os homens da equipe italiana chegaram à conclusão que o seu carro não estava tendo apoio aerodinâmico suficiente, tendo mesmo desconfiado dos valores ‘devolvidos’ pelo túnel de vento da equipe, que teria uma calibragem deficiente, o que resulta em dados errados.
De qualquer forma, e de acordo com declarações de Nikolas Tombazis, projetista-chefe da Ferrari ao jornal ‘Corriere della Sera’: “A questão do túnel de vento criou-nos problemas, mas mesmo que isso não tivesse acontecido, não teríamos vencido as primeiras três corridas. Já percebemos que nos últimos anos tornamo-nos mais conservadores, menos agressivos no desenvolvimento, e trouxemos menos ideias corajosas. Agora depois desta ducha fria, estamos completamente focados no que realmente interessa e já temos projetos interessantes na cabeça.”, disse Tombazis.