GP do Brasil: Rubens Barrichello, o “brazuca” solitário

Por Giovanni Romão

Com a demissão de Nelsinho Piquet e o acidente de Felipe Massa no treino classificatório para o GP da Hungria, desde a etapa de Budapeste Rubens Barrichello vem defendendo as correr d Brasil sozinho na Fórmula 1.

Neste período de “solidão”, Rubens voltou a vencer na categoria quatro anos de hiato, faturando os GPs de Valência e Monza. Na primeira vitória, ainda aproveitou para homenagear o amigo Massa, em fase de recuperação do acidente.

Apesar de não ter um bom retrospecto correndo em casa, Barrichello chega confiante para o GP Brasil de 2009. Ainda na disputa do título mundial da temporada, 14 pontos atrás de Jenson Button, Rubinho quer apenas realizar um dos grandes sonhos de sua carreira. “Não tenho nenhuma intenção de calcular os pontos e isso ou aquilo; a meta é curtir e vencer a prova”, garante.

Em 16 participações no GP Brasil de F1, Rubens conquistou como melhores resultados um quarto lugar em 1994, correndo de Jordan, e um terceiro em 2004, de Ferrari. Em posições no grid, conquistou duas pole-positions, em 2003 e 2004 pela Ferrari.

Surpreendeu ao classificar a Jordan no segundo posto do grid, em 1996, e ao desbancar Michael Schumacher no classificatório de 1999. De Stewart, largou na terceira colocação.



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