O primeiro GP da F1 no Oriente Médio, previsto para abril do próximo ano no Bahrein, já está ameaçado. Pela segunda vez em menos de dois meses, autoridades do serviço de inteligência britânico alertaram os dirigentes da categoria para o “alto risco de atentados terroristas na região”, durante a realização da prova.
Segundo Bernie Ecclestone, presidente da FOM, empresa que administra os contratos dos circuitos com a F-1, não há razões para pânico, a menos que a F-1 seja notificada para cancelar a prova.
– Seguiremos as informações do serviço britânico, mas também das autoridades locais. Se nos for dito que a prova deverá ser adiada ou cancelada, aí veremos o que fazer – disse Ecclestone, que na semana passada visitou as instalações do recém-construído autódromo, em Manama, e ficou muito satisfeito.
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