Williams: Querendo provar que há espaço aos “independentes”

Por Giovanni Romão

Modelo: FW31

Combustível: BP

Motor: Toyota RVX-09

Kers: Bateria atrás do tanque

Diretor: Frank Williams

Comandada por um batalhador, a equipe de Grove é um exemplo de persistência e de que ainda há espaço para times independentes dentro da Fórmula 1. Frank Williams não quer desistir tão cedo. Muito pelo contrario, o dirigente sonha em voltar ao posto das grandes.

Os últimos testes são prova de que o time inglês está no caminho certo, com boas marcas obtidas nos testes de Barcelona e Jerez de La Fronteira.

Assim como Toyota e Brawn GP, a equipe Williams também apostou no desenvolvimento dos difusores traseiros, peça que ainda gera muita polêmica, uma vez que alguns times a apontam como irregular.

O sistema de KERS desenvolvido é outro diferencial na Williams. A equipe apostou em um sistema mecânico, fugindo do padrão eletrônico dos demais times. O equipamento apresentou-se mais leve, mas ao mesmo tempo menos potente.

A equipe contará mais uma vez com a dupla Nico Rosberg- grande aposta para resultados expressivos – e Kazuki Nakajima, rápido e completamente incosistente.

Ponto forte A equipe tem apresentado um bom desempenho em ritmo de corrida nos testes, principalmente pelo baixo desgaste dos pneus.

Ponto fraco: Com orçamento reduzido por conta da falta de apoio de grandes montadoras, o time pode enfrentar dificuldades de desenvolvimento ao longo do ano, ficando para trás.