De acordo com alguns comentários nos bastidores, o irlandês Eddie Jordan (dono da escuderia que leva seu sobrenome na Fórmula 1) poderia estar negociando a venda de seu time para um grupo de investidores chineses.
Numa recente entrevista ao jornal inglês The Sun, o dirigente declarou que “não é nada difícil aparecer uma equipe chinesa na categoria”.
O interesse da China em corridas de automóvel é muito grande. Tanto que na próxima temporada acontecerá o primeiro GP de F-1 no país na cidade de Xangai. E a vontade de fazer parte do circo, através de uma equipe e com um piloto nativo, também não é segredo para ninguém.
Do outro lado, o interesse da Fórmula 1 na China é explícito. Trata-se de uma das maiores economias do planeta e com taxas de crescimento anuais de fazer inveja a blocos econômicos, não só a países individualmente.
Eddie Jordan comentou que “está procurando algo assim atualmente. Assim como tem interesse de dar uma chance a um piloto chinês na F-1”.
A Jordan vem passando por dificuldades financeiras há algum tempo. Em outubro passado, por exemplo, abriu negociações com a Penske Racing – equipe norte-americana de maior expressão. A idéia seria vender a escuderia para Roger Penske e, neste caso, a possibilidade de Gil de Ferran ser o piloto seria grande. Todavia, as conversas esfriaram.
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