O acerto do carro para o Fuji Speedway é um compromisso entre velocidade em retas e aderência em curvas de baixa. A necessidade de uma velocidade máxima alta ao longo da reta dos boxes de 1,5 km (0,9 milha) força os engenheiros a considerar cuidadosamente o nível de arrasto em uma pista que no resto é sinuosa e travada, com muitas curvas de primeira e segunda marcha.
Como conseqüência, os carros escorregam mais no Fuji Speedway do que nas pistas de maior carga aerodinâmica do calendário da Fórmula 1, e os pilotos contam com obter um bom equilíbrio no carro para melhorar o desempenho. Um carro que se comporte de forma previsível através das várias mudanças de direção e inclinação durante a volta é o mais rápido.
Da perspectiva do piloto, muitas das curvas são interligadas, de forma que o erro em uma freqüentemente afetará também a seguinte. Existem várias curvas-chave na volta. A curva 5, de tangência dupla para a direita, é imediatamente seguida por um grampo, e os pilotos precisam ter cuidado com seu posicionamento na saída, sob o risco de perder tempo. O mesmo ocorre no final da volta. Os pilotos precisam encontrar um bom ritmo nas duas curvas finais, para assegurar uma saída limpa para a reta dos boxes.