Os problemas de Eddie Jordan com sua escuderia na Fórmula 1 continuam. Tão perto da próxima temporada, o dirigente ainda não conseguiu fechar um acordo que lhe dará motores para disputar o campeonato de 2004.
Acreditava-se inicialmente que Jordan já tinha um acordo com a Ford que duraria os próximos dois anos, vindo de um contrato assinado no início da temporada 2003. No entanto, ao que tudo indica, o preço acertado a priori era bem inferior às 10 mil libras cobradas atualmente.
Em entrevista para uma revista, Jordan revelou que originalmente, em janeiro último, o acordo previa o custo de 7 milhões de libras pelos motores da norte-americana Ford, mas que a realidade atual é bem diferente.
“Eu apenas detesto o fato de que nós fomos induzidos a acreditar que o preço dos motores ficaria em 6,95 milhões, ou menos”, disse Jordan. “É frustrante porque nós concordamos com um panorama e então acontecem mudanças. Sobre a Ford e o acordo que vieram fazer para nós, envolve bem mais que 6,95 milhões. Eles querem usar o nome da Jordan e ter espaço no carro, mas receio que não damos espaço de graça”, afirmou.
Mesmo com toda essa discussão, existe a possibilidade da venda da equipe. Um grupo encabeçado por Roger Penske, dono de equipe na Indy Racing League (IRL), estaria interessado em investir na Fórmula 1 e negociando com Eddie Jordan. O pacote incluiria motores Mercedes para a próxima temporada, já que Penske é sócio da Ilmor, responsável pelo desenvolvimento dos motores da montadora alemã.
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