Quando o GP do Brasil esteve ameaçado judicialmente, por o Ministério Público não receber os dados de quanto era gasto para a realização da prova, a Secretaria Municipal de Esportes solicitou à Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) que realizasse a avaliação do impacto econômico da corrida. O estudo comprovou que a cidade, o estado e o país ganham aproximadamente R$ 40 milhões por ano.
Os R$ 24,7 milhões investidos pela Prefeitura em 2003 na manutenção e adequação do autódromo para a corrida provocaram um efeito multiplicador (2,58) que acrescentou outros R$ 62,6 milhões na economia do país, sendo 75% na capital. Isso é resultado de uma cadeia de serviços ligados direta e indiretamente à prova. O GP gera 14 mil empregos diretos e indiretos, segundo o estudo.