Stoffel Vandoorne acredita que poderia conseguir um pódio no ePrix de Jacarta da Fórmula E. O belga afirmou que um problema durante ativação no modo ataque, entretanto, acabou minando as chances de um top-3.
Para a primeira prova da história na Indonésia, o competidor não conseguiu uma posição melhor do que sétimo no grid de largada. Entretanto, com o decorrer da disputa conseguiu escalar o pelotão.
Ao falar sobre a tomada de tempos, reconheceu que não conseguir passar das quartas de final atrapalharam o desempenho. “Não foi um resultado perfeito, com certeza. Acho que um quarto, terceiro lugares era possível. Deixamos a desejar um pouco na classificação; ultimamente tenho sido muito bom na fase de grupo. Tenho sido, acho, primeiro por muitas vezes, mas sempre perco o primeiro duelo”, explicou.
“Tem sido um desafio conseguir avançar dessa fase. Não há uma razão específica para isso, são os pequenos detalhes. Mas não temos conseguido superar isso e significa que largo em sétimo, oitavo, e fico um pouco para trás na briga”, continuou.
Já ao falar sobre a corrida, o belga destacou que mesmo com os problemas no carro, tinha ritmo para acompanhar os ponteiros. Entretanto, lamentou ter perdido sua segunda tentativa de ativar o modo ataque, o que atrapalhou a chance de conseguir um pódio.
“Acho que a corrida estava indo bem. Nosso ritmo, não tinha o equilíbrio certo hoje. Mas foi bom o suficiente para estar na frente e no top-4, top-5, diria. Foi uma pena que perdi o mofo ataque na segunda passagem. Para ser honesto, é muito frustrante porque o primeiro meio que perdi, mas quando vi, acionou”, pontuou.
“Então, passei de maneira limpa na segunda vez, mas quando vi, havia perdido. Foi bizarro. É uma situação um pouco infeliz, e ter de passar duas vezes pelo caminho mais longo, você meio que acaba arrastado para fora”, falou.
“Acredito que se não fosse isso, teria entrado na briga pela terceira colocação e acredito que seria uma briga de quatro pilotos provavelmente até o final”, encerrou.
