Sergio Sette Câmara viveu temporada de altos e baixos na Fórmula E. Em seu segundo ano com a Dragon, afirmou que o ano pessoal foi positivo, mas que pensando na equipe como um todo, os resultados deixaram a desejar.
O brasileiro disputou seu segundo campeonato completo na categoria elétrica – no final de 2020, correu as ultimas seis corridas em Berlim. A nona colocação em Londres foi seu melhor resultado, terminando à frente apenas de Dan Ticktum e seu então companheiro Antonio Giovinazzi.
Ao fazer um balanço de seu desempenho, o piloto apontou que a equipe não tinha como entregar mais, apesar de ter conseguido extrair o máximo do carro que tinha nas mãos.
“Foi um ano em que começamos abaixo da nossa expectativa porque abrimos o ano de 2021 muito bem. Consegui largar da primeira fila em Riyadh, terminei na quarta colocação, mas isso não foi o que aconteceu em 2022”, falou em entrevista ao F1Mania.net.
“O Antonio veio para a equipe, ex-F1, tinha acabado de sair da F1 e a equipe estava com esse gás todo, essa energia nova, mas os resultados não vieram, então, foi um balde de água fria, só conseguimos reagir na segunda metade do campeonato. Houve alguns momentos ali, algumas etapas em que talvez pudéssemos ter ido bem na primeira metade como, por exemplo, Roma, poderia ter qualificado nos duelos e ter pontuado, mas errei na classificação”, continuou.
“Mesmo assim, larguei próximo do top-10, andava por ali, aí o Nyck [De Vries] bateu em mim, acabou com nossa corrida, mas, fora essa não teve nenhum momento legal. Aí, na segunda metade do campeonato conseguimos ir melhor, tive várias aparições nos duelos e consegui pontuar em uma ocasião em Londres”, seguiu.
“O saldo, individualmente, foi positivo porque extraí o máximo do carro, fui bem contra meu companheiro de equipe novamente, qualifiquei bem. Mas, na questão de pontuação, resultados gerais, não foi muito legal porque, na verdade, pontuei mais em 2021”, encerrou.
