As preparações para o ePrix de São Paulo da Fórmula E está a todo vapor. Na última quinta-feira, a categoria elétrica realizou coletiva de imprensa para apresentação do evento e com presença dos pilotos Lucas di Grassi e Sergio Sette Câmara.
A corrida, que marca a primeira vinda do certame ao país, acontece na temporada 2022/23 em 25 de março. O local escolhido para receber os carros elétricos é o Sambódromo do Anhembi, mesmo lugar que recebeu a Indy entre 2011 e 2013.
Na apresentação feita na Prefeitura de São Paulo, o F1Mania.net perguntou ao Di Grassi se já saia como seria o traçado para a prova e se teve algo a ver com o desenho – há alguns anos, havia desenhado uma pista para correr na região do Ibirapuera.
“Não vi o traçado final, inclusive, o pessoal que estava olhando o traçado estava na pista essa semana olhando, vendo os detalhes. O traçado, pelo que entendi e faz sentido, é não usar a Marginal [Tietê], é usar a parte de trás e porque não atrapalha o trânsito, não fecha a Marginal igual a Indy fechou e ficou aquele caos, usamos a parte de trás”, falou ao F1Mania.net.
“Muito provavelmente vai ser uma reta do Sambódromo, da largada, umas curvas para o lado de cima, volta, umas curvas para o lado de baixo, então, vai ser um traçado na faixa de uns 3km como todas as pistas da Fórmula E, entre 2,5km e 3,5km e para nós funciona muito bem. Vai ter pontos de ultrapassagem, a reta é bem grande e não vai atrapalhar o trânsito”, seguiu.
“E bem que você falou, o Ibirapuera, nos meus sonhos até desenhei um traçado ali. Eu que corro a pé ali faz uns 20 anos, mais de 20 anos, desde que estava no kart ia correr no Ibirapuera. Então, sei exatamente as curvas, até imagino. Espero que alguém faça esse traçado virtual um dia que definitivamente eu vou jogar ele”, concluiu.
