Oriente Médio afirma que poderia receber “mais uma ou duas corridas” da Fórmula E

A Arábia Saudita está de olho para receber mais provas da Fórmula E. De acordo com Carlo Boutagy, promotor da etapa na Arábia Saudita, o Oriente Médio seria capaz de receber mais uma ou duas corridas.

O país está no calendário elétrico desde a temporada de 2018 com a disputa no circuito de rua de Riyadh. Quem também passa pela região é a F1 com Bahrein, Abu Dhabi e Catar, além da Extreme E, também na Arábia.

De olho no crescimento do interesse por esporte a motor no Oriente Médio, Boutagy, que é CEO e fundados da companhia promotora CBX, espera que as categorias, em especial a FE, use o local como praça para mais provas.

“Acho que quanto mais automobilismo tiver na região, melhor vai ser para todos nos, seja F1, Endurance, Dakar ou Fórmula E. Acho que a região poderia receber mais uma ou duas corridas da FE”, pontuou.

“Temos também a Extreme E, o que é legal. Acho que quanto mais, melhor. Isso educa as pessoas, se acostumam a isso ao invés de aguardar o ano inteiro se esquecendo sobre isso, não percebendo o que acontece”, continuou.

“Quanto mais você fica de olho em tudo, mais vai prestar a atenção e vai estar na imprensa e notícias. É legal. Acho que é melhor, ensina as pessoas. Na última década no Oriente Médio, o automobilismo cresceu muito”, completou.

O circuito de Diriyah é um dos grandes projetos da Arábia Saudita para receber fundos por seu crescimento. Os planos também incluem Qiddiya, que vai incluir um circuito para receber a F1 e MotoGP no futuro, além de a cidade planejada NEOM, que tem envolvimento com a McLaren.

Então, o dirigente comentou a possibilidade de a Arábia Saudita mudar o local de onde realiza as provas ou receba mais etapas em um ano. “Estou aberto ao desafio. Mas, sim, gostaria que ficasse [em Diriyah]. É um lugar em grande desenvolvimento. Em algum ponto, todo ano eles vem e abrem a pista, fecham a pista, estão construindo muito lá”, falou.

“É um enorme, gigante projeto. É um daqueles gigaprojetos e acho que vai ser um dos primeiros a ser terminado para o Vision 2030. O plano original quando assinamos era de ter três anos na Arábia, algo assim. Mas agora eles têm a F1 em Jeddah, têm o Dakar que os leva para todos os lugares”, seguiu.

“Fico feliz em me manter, fico feliz em me mudar. Fico feliz de qualquer maneira. Talvez seria legal, não sei, veremos. Há a MotoGP indo para Qiddiyah na pista que está sendo construída, há o WRC. Eles têm tudo”, emendou.

“Acho que talvez consigam até a Nascar. Eles querem tentar, estou ouvindo que querem ser internacionais também. Vamos ver”, encerrou.



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