A partir da temporada 2023 da Fórmula E, a Venturi vai fazer a transição e passar a ser Maserati. De olho nisso, agora o time está buscando os competidores que correrão no primeiro ano da era Gen3.
Atualmente, o time monegasco conta com Lucas di Grassi e Edoardo Mortara na linha de frente. Acontece que no ePrix de Mônaco, a dupla se envolveu em incidente, mas nada que vá afetar na decisão da escolha para o nono campeonato da FE.
Durante a prova no principado, já na parte final da disputa, os companheiros se acertaram e quem levou a pior foi o suíço, que sofreu um furo no pneu. Mais tarde, chamou o brasileiro de “açougueiro da Fórmula E”.
Jêróme D’Ambrosio, chefe da Venturi, classificou o episódio como “uma dessas coisas que não são aceitáveis”. Todo o caso foi resolvido pelo time na terça-feira após a corrida monegasca.
Rumores apontam que Di Grassi já está assinado com um novo time a partir da temporada 2023. Portanto, acredita-se que a Venturi, que se torna Maserati no próximo ano, já está em conversas com outros nomes para ser par de Mortara.
Um dos competidores cotados para a vaga é Antonio Giovinazzi, que faz sua estreia na categoria elétrica em 2022. O italiano já esteve envolvido com a Stellantis na Alfa Romeo e Ferrari na F1.
Hoje, o piloto defende as cores da Dragon Penske, que tem sofrido para entregar um material competitivo para seus titulares. Entretanto, é especulado que na Gen3, o time já fechou com o bicampeão Jean-Éric Vergne e Stoffel Vandoorne.
D’Ambrosio afirmou que os pilotos de 2023 não estão 100% fechados, dizendo que “para ser claro, há muitas coisas acontecendo no mercado de pilotos no momento e somos parte disso. Acho que muitas equipes estão na mistura de alguns movimentos e não finalizamos nossa dupla ainda. Ainda não foi concluído”.
O dirigente também confirmou que a Maserati está envolvida na escolha dos pilotos. “É uma parceria forte que temos com eles. Então, é claro, há discussões, conversamos sobre onde queremos ir agora. Ainda há tempo, vamos trabalhar juntos para tentar encontrar a melhor solução”, concluiu.
