A temporada 2023 da Fórmula E enfim vai começar. Neste final de semana, a categoria elétrica dá o pontapé inicial no calendário com o ePrix do México, corrida que acontece no Autódromo Hermanos Rodríguez.
Com o campeonato deste ano, o certame criado por Alejandro Agag e hoje tocado por Alberto Longo, entra no nono de sua história. Com o passar das temporadas, foi fazendo adaptações e mudanças, mas algo sempre manteve o mesmo: os finais de semana reduzidos.
Quando uma etapa, chamada de ePrix, é realizada em rodada simples, portanto, apenas uma prova, a FE realiza a maior parte das atividades apenas no sábado – normalmente, o TL1 é na sexta-feira. Quando é rodada dupla, se divide apenas entre sábado e domingo.
No caso da etapa mexicana, é apenas uma corrida. Portanto, os pilotos terão duas atividades de 30 minutos de duração cada – uma na noite da sexta e outra no sábado. Cada competidor terá, no máximo, 350 kw/h liberado em seus carros.
A terceira sessão do final de semana é a classificação realizada em formato de mata-mata. Primeiro, os competidores são divididos em dois grupos separados pela ordem da tabela de classificação e os quatro mais velozes de cada bloco é que avança para as chaves de enfrentamento.
Na sequência, são realizadas as quartas de final e depois, semifinal – todas em formato de apenas uma volta rápida. Logicamente, o mais rápido é quem vai avançando até chegar à final, onde os dois mais rápidos se enfrentam para brigar pela pole-position.
No final, acontece a corrida. Para esta temporada, entretanto, a Fórmula E mudou seu formato passando de tempo total para número de voltas – que podem ser adicionadas ao final caso tenha safety-car ou bandeira amarela em todo o circuito.
