Fórmula E 2023: Di Grassi e Sette Câmara têm missão de novas equipes na chegada do Gen3

Agora falta pouco: o início da Fórmula E já está virando a esquina. A temporada 9 da história da categoria elétrica começa neste final de semana com o ePrix do México, no Hermanos Rodríguez, e vai contar com dois brasileiros no grid.

Lucas di Grassi e Sergio Sette Câmara serão os responsáveis por levar a bandeira brasileira por mais um campeonato do certame. Inclusive, a categoria tem ao menos um brasileiro no grid desde sua estreia, em 2014/15.

Para este ano, os competidores encaram um mundo de novidades e desafios dentro e fora das pistas. Além de mudança no formato das provas, tem também a introdução do Gen3, carro de terceira geração mais leve e potente.

E como se não bastante todas as adaptações para o novo ano da FE, Di Grassi e Sette Câmara terão um degrau a mais para subir: ambos estão estreando em novas equipes. Com isso, o trabalho chega a ser ainda maior.

Lucas, após uma passagem bastante vitoriosa pela Audi e um ano de altos e baixos com a Venturi, tem sua chegada na Mahindra. O time indiano, que está no grid desde a temporada 1, tem quatro vitórias para chamar de suas e um vice-campeonato.

Enquanto isso, Di Grassi é um dos pilotos mais bem-sucedidos da história da FE. Com o título em 2016/17, é o único piloto que já disputou 100 provas e também é o recordista absoluto de pontos conquistados – já passou de 1000.

Quanto a Sette Câmara, o brasileiro ainda dá seus primeiros passos dentro da categoria elétrica em comparação ao seu conterrâneo. Fez sua estreia definitiva em 2020/21 e nos dois últimos campeonatos defendeu a pouco competitiva Dragon.

Agora, tem a missão de passar a correr com a NIO 333. O time está presente desde o início da Fórmula E e, inclusive, conquistou o primeiro título de pilotos da história com um também brasileiro, Nelsinho Piquet.

Entretanto, com o passar dos anos, foi derrapando para encontrar novamente o ritmo competitivo e no último campeonato, terminou na décima colocação com sete pontos somados.

Com a chegada da terceira geração, tanto o time quanto Sette Câmara chegam com a missão de se estabelecer no pelotão na busca de bons resultados uma vez que todos começam no mesmo patamar – do zero.

Di Grassi e Sergio, apesar de caminhos e histórias distintas dentro da Fórmula E, estão com desafios bastante semelhantes em 2023: não apenas extrair o máximo do Gen3, mas também a toda nova equipe e estrutura que os rodeia.



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