O brasileiro, que sofreu na rodada dupla do ePrix de Diriyah, reconheceu que a Mahindra ainda tem muito trabalho a ser feito.
Nas ruas do circuito de rua da Arábia Saudita, o competidor chegou a ter boa classificação na sexta-feira e alinhou em sétimo. Entretanto, sem acompanhar o ritmo dos adversários, cruzou a linha de chegada em 13º.
O sábado foi igualmente doloroso, recebendo a bandeira quadriculada na 15º colocação. Após um pódio na etapa de abertura de 2023, Lucas sabe que ainda existem passos a serem dados para se colocar na disputa.
“Foi um final de semana muito difícil. Na sexta, fomos bem na classificação, largamos em sétimo, mas o carro não está competitivo para conseguir andar com os Porsche, Jaguar, ou até mesmo com a DS, Maserati”, disse.
“Estamos em uma situação em que precisamos melhorar muito o carro. Só conseguimos, dentro da competição, contra NIO 333 ou quem tem o powertrain da Mahindra eu tenho andando melhor”, ressaltou.
“Mas, precisa melhorar muito ainda para ser competitivo”, concluiu.
