António Félix da Costa está buscando uma nova equipe para correr na temporada 2022/23 da Fórmula E. Tanto é que o português está em conversas com a Porsche para se tornar o novo companheiro de Pascal Wehrlein.
A informação das negociações é do site especializado The Race e que incluí contrato de longa duração. Além da categoria elétrica, o competidor também estaria envolvido no projeto do LMDh do Mundial de Endurance, que tem planos para estrear em 2023.
Mas a equipe alemã não é a única interessada no campeão de 2019/20, já que sua atual casa, a DS Techeetah, também está conversando com o piloto para uma renovação de contrato. Os planos devem ser fechados no final de abril.
As montadoras precisam de sua dupla de pilotos confirmada para as novas regras porque terão de passar por extensos programas de pré e pós-homologação a partir do mês de maio em diante.
Apesar de Da Costa não poder participar da fase inicial do programa, fechar a assinatura seria essencial para a Porsche finalizar uma parte chave do desenvolvimento. Ainda, iria de acordo com o cronograma de Wehrlein, que assinou seu acordo com a montadora alemã bem antes do início da temporada 2020/21.
Mas António também foi foco de interesse da Venturi, atualmente com Lucas di Grassi e Edoardo Mortara. É sperado que a equipe monegasca corra com a Maserati e trem de força da DS a partir de 2023.
Mas de todas as opções, a mais crível é a ida para o time de Stuttgart para tomar o lugar de André Lotterer. A expectativa é um acordo de dois anos enquanto a marca alemã espera sobre a decisão de entrar ou não na F1.
Da Costa começou a procurar outras equipes já para a temporada 2022 da FE, uma delas a Mercedes após o nome de Nyck de Vries ter sido ventilado para uma possível ida à Williams na F1.
O motivo é a insatisfação tanto do português como de seu companheiro Jean-Éric Vergne com atraso de pagamentos nos salários, tudo motivado por um problema na patrocinadora chinesa gigante no ramo de marketing esportivo SECA.
