Ian James jamais poderia imaginar que a Mercedes conseguiria títulos consecutivos na Fórmula E. Chefe da equipe, o dirigente ainda disse que o time agora faz parte da história da tradicional marca alemã.
O time chegou ao grid da categoria elétrica na temporada 2019/20. Na entrada da segunda geração de carros, assumiu a vaga da HWA que costumava usar os trens de força da Venturi.
Em 2020/21, então, as primeiras glórias vieram com o título de pilotos com Nyck de Vries e o de equipes. No ano seguinte, que também marca o último da equipe na FE, tornou-se bicampeã tanto entre os times quanto pilotos, mas dessa vez com Stoffel Vandoorne.
“Primeiro, um enorme parabéns a Stoffel, a consistência durante todo o ano foi incrível. Mas Nyck também exerceu seu papel muito bem assegurando que conseguíssemos o campeonato de equipes neste ano”, disse Ian.
“Eu me lembro de quatro anos atrás, quando a Mercedes-Benz junto com Toto [Wolff] tomou a decisão de entrar nessa categoria, realmente não sabia como seria, mas sabíamos que daríamos uma gigante chance”, continuou.
“Mas, ao mesmo tempo, sabíamos quão competitiva é. Estar sentado aqui agora, tendo o sucesso que conseguimos, acho que é além de nossos sonhos mais doidos. Hoje é sobre a Mercedes, a jornada que entramos, sobre adicionar a essa rica herança que remonta a mais de 125 anos”, emendou.
“Estou muito orgulhoso, em nome da equipe, por termos conseguido fazer nossa parte. É aí que nosso foco estará por um tempo ainda”, encerrou.
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