Desde o cancelamento do GP do Brasil, o promotor Tamas Rohonyi ficou revoltado com a decisão, demonstrando seu descontentamento em diversas entrevistas desde então.
Desta vez, em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, Rohonyi disse que considera processar a Liberty Media por considerar que o contrato não está sendo respeitado.
“O contrato só pode ser cancelado por força maior. Isso é algo que está fora de controle das partes envolvidas, como um avião caindo perto dos carros ou que ocorra um enorme alagamento, por exemplo.”
O promotor também afirmou que nenhuma equipe seria obrigada à correr em Interlagos.
“Foi uma decisão ridícula. Qualquer um que escreveu a decisão desconhece as regras do campeonato. O contrato não diz que corridas seriam possíveis apenas se as equipes quisessem. As equipes que não quisessem vir, não seriam obrigadas à isso.”
Tamas Rohonyi ressaltou que este cancelamento trará diversos prejuízos financeiros. O planejamento do GP do Brasil estava ocorrendo normalmente há alguns meses, inclusive com a possibilidade da presença do público nas arquibancadas.
“Será uma perda financeira terrível. Nem tínhamos começado a vender ingressos, mas estávamos em contato direto com patrocinadores, funcionários e apoiadores.”
Alguns setores da imprensa, como o jornal La Gazzetta dello Sport, informam que um dos fatores deste cancelamento poderia ter envolvimento com a disputa do Rio de Janeiro em assumir o GP do Brasil a partir de 2021.
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