George Russell recebeu apenas uma reprimenda por conta de seu incidente durante a segunda sessão de treinos do GP da Austrália da Fórmula 1. O motivo do ocorrido foi durante a atividade foi a ‘névoa solar’.
O titular da Mercedes foi chamado pelos comissários após a bandeira quadriculada pela segunda vez após também ter se envolvido em um incidente com Arvid Lindblad, onde também recebeu apenas uma ‘chamada de atenção’.
Neste segundo episódio, o britânico não seguiu as indicações do diretor de provas Rui Marques e treinou a largada em uma área fora do local designado, o que causou ter de falar com os fiscais.
Entretanto, o piloto explicou que foi por conta da ‘névoa solar’, uma neblina causada por poeira, poluição ou partículas de água, que deixa o ar meio turvo. Quando o sol bate nessa névoa, cria um efeito visual difuso.

“O piloto admitiu ter realizado uma largada de treino fora da área designada para treinos, conforme definido no Item 14.1 das Notas de Competição do Diretor de Prova. No entanto, ele explicou que, devido à neblina causada pelo sol, não conseguiu visualizar claramente as caixas de largada e acreditava que o local correto era onde as marcas de borracha estavam visíveis no asfalto”, começou o comunicado.
“Após analisarmos as imagens da câmera onboard do piloto e as gravações das câmeras de segurança, reconhecemos que a visualização do grid de largada foi difícil devido às condições de luminosidade. Mas o piloto estava tão à frente do local designado que ultrapassou a proteção do muro dos boxes, e este incidente ocorreu depois que o diretor de prova alertou todas as equipes sobre a necessidade de cumprir suas instruções a esse respeito”, emendou.
“Os comissários determinaram que o piloto não seguiu as instruções do diretor de prova e aplicaram uma penalidade consistente com a penalidade para infrações semelhantes no passado”, concluiu.
