Há exatos cinco anos, em 15 de novembro de 2020, a Fórmula 1 presenciava a história mais uma vez. No GP da Turquia daquele ano, Lewis Hamilton conquistava seu sétimo título mundial e igualava a marca de Michael Schumacher.
Aquele campeonato foi cercado de incertezas por conta da pandemia da Covid-19. Em um calendário bastante encurtado, o britânico aproveitou uma campanha de bastante sucesso, e ao chegar naquele final de semana, havia vencido as três corridas anteriores.
A F1 estava de volta à Turquia pela primeira vez desde 2011. Para a prova, o circuito havia sido recapeado e havia pouca aderência, além das condições molhadas – nisso, Lance Stroll conquistou sua primeira pole-position da carreira.

Largando apenas da sexta colocação, o então titular da Mercedes precisava encarar certa recuperação. Acontece que já na primeira curva após a largada aparecia no terceiro posto, mas um erro pouco depois o derrubou novamente para sexto.
A estratégia jogou bastante a seu favor, e fazendo as decisões certas, conseguiu garantir mais uma vitória na temporada 2020.
Na matemática, tudo estava ao lado de Lewis, que tinha 85 pontos de vantagem em cima do companheiro Valtteri Bottas e uma vitória, independente de qualquer resultado, lhe garantiria o título. O finlandês, inclusive, teve corrida desastrosa, rodou seis vezes e foi apenas 14º.
No final, Hamilton cruzou a linha de chegada com 31s6 de vantagem em cima Sergio Pérez, segundo, e Sebastian Vettel completou o pódio. A vitória marcou a 94ª da carreira do competidor e a decima de 2020.
Ali, conquistava seu sétimo título e empatava com Schumacher, que sustentava o recorde desde 2004. “Estou sem palavras. Sonhava com isso quando era mais novo, e isso vai muito além dos sonhos”, disse Lewis na época.
