O perigo de um racha na F-1 chega ao seu fim. Nesta sexta-feira, os dirigentes das equipes se reuniram com Bernie Ecclestone e os acionistas da SLEC, holding que controla os interesses comerciais da F-1, e chegaram a um acordo. Foi assinado um memorando de concordância, pondo fim ao descontentamento das montadoras com a divisão da renda arrecadada pela marca F-1 no mundo.
O GPWC é formado por cinco das grandes montadoras presentes na F-1: BMW, Daimler-Chrysler (Mercedes-Benz), Ferrari, Ford e Renault.
Confira os principais pontos acordados:
– Os times terão um aumento significativo na parcela do dinheiro da TV
– Três representantes da GPWC vão integrar o conselho da SLEC
– Bernie Ecclestone continuará no comando da FOM, a empresa que responde pelos contratos da F-1 com os circuitos
Um acordo definitivo agora está sendo redigido e é esperado para ser firmado oficialmente na metade do ano que vem. Como conseqüência, o atual Pacto de Concórdia, que expira no fim de 2007, será prorrogado mais uma vez.
– Nossa intenção é garantir a estabilidade da F-1 a longo prazo. Como uma emenda do Pacto de Concórdia sendo preparada e o consenso geral, estou bastante otimista – disse Bernie Ecclestone.
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