Organizadores do GP do Canadá se revoltam contra dirigentes da F-1

Políticos de Montreal e financiadores do Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1 estão um tanto revoltados com a atitude que a FOM tomou em relação ao GP da França.

No último mês, governo e entidades privadas se uniram para dar uma compensação de aproximadamente US$ 12 milhões para as escuderias que são patrocinadas pela indústria tabagista e que terão que esconder seus logotipos em Montreal no ano que vem.

O problema é que nesta semana a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou o calendário revisado da temporada de 2004 e colocou a prova francesa como incerta, com isso os canadenses acharam injusto terem que pagar pelo prejuízo das equipes ao invés de apenas ocuparem o lugar da corrida em Magny-Cours.

“Se soubéssemos disso (que o GP da França poderia ficar fora do campeonato) então nossos governantes talvez não tivessem feito sua lição de casa”, declarou Walter Robinson, diretor da Federação responsável pelo pagamento.

Seu argumento se baseia no fato de a França já proibir as propagandas de cigarros em eventos esportivos. Enquanto isso, Montreal está pagando US$ 30 milhões para as escuderias não perderem dinheiro.

“A situação mudou e nós queremos pegar o dinheiro de volta e rapidamente”, acrescentou Robinson.

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